quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Relatório da Semana 13/10/2010 a 20/10/2010

1. AÇÕES PREVISTAS PARA A SEMANA
Montagem do projeto da esteira.

2. AÇÕES REALIZADAS NA SEMANA
Conseguimos a estrutura para a esteira e também o motor para seu funcionamento.

3. PENDÊNCIAS PRINCIPAIS
Precisamos adquirir ainda uma lona para finalizarmos a parte da esteira.

4. DIFICULDADES PRINCIPAIS


5. MATERIAIS TEÓRICOS A PROVIDENCIAR
Funcionamento da eletrônica do sensor (postar no blog).

6. MATERIAIS PRÁTICOS A PROVIDENCIAR
Aquisição da lona para esteira, sensor de metais.

7. CONTATOS A REALIZAR
Fornecedores de sensores.

8. IDEIAS A EXPLORAR
Funcionamento do sensor de metais: qual o sensor mais adequado ao nosso projeto? É possível fabricá-lo ou teremos que comprá-lo?

9. ENCAMINHAMENTOS PARA A SEMANA SEGUINTE
Finalização da esteira. Postagens teóricas.

10. ENCAMINHAMENTOS PARA AS SEMANAS POSTERIORES
Compra ou fabricação do sensor de metais.

11. ANÁLISE DO CUMPRIMENTO DO CRONOGRAMA
Estamos adequados ao cronograma, pois já demos o primeiro passo para o desenvolvimento do projeto com a aquisição da estrutura e motor da esteira.

12. AVALIAÇÃO DO ANDAMENTO DO PROJETO
Nosso projeto começa a sair do papel com as ações realizadas nessa semana, o que nos trouxe ânimo para dar continuidade.

13. OBSERVAÇÕES E COMENTÁRIOS GERAIS
Nenhum.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Relés e sensores

Site com lista de lojas onde pode-se encontrar relés de diferentes tipos:

http:\\www.nei.com.br/lista/Reles.aspx


COMO FUNCIONAM OS RELÉS

Newton C. Braga - Revista Saber Eletrônica


Os relés são dispositivos comutadores eletromecânicos. A estrutura simplificada de um relé é mostrada na figura 1 e a partir dela explicaremos o seu princípio de funcionamento.








Nas proximidades de um eletroimã é instalada uma armadura móvel que tem por finalidade abrir ou fechar um jogo de contatos. Quando a bobina é percorrida por uma corrente elétrica é criado um campo magnético que atua sobre a armadura, atraindo-a. Nesta atração ocorre um movimento que ativa os contatos, os quais podem ser abertos, mfechados ou comutados, dependendo de sua posição, conforme mostra a figura 2.

Isso significa que, através de uma corrente de controle aplicada à bobina de um relé, podemos abrir, fechar ou comutar os contatos de uma determinada forma, controlando assim as correntes que circulam por circuitos externos. Quando a corrente deixa de circular pela bobina do relé o campo magnético criado desaparece, e com isso a armadura volta a sua posição inicial pela ação da mola.
Os relés se dizem energizados quando estão sendo percorridos por uma corrente em sua bobina capaz de ativar seus contatos, e se dizem desenergizados quando não há corrente circulando por sua bobina.
A aplicação mais imediata de um relé com contato simples é no controle de um circuito externo ligando ou desligando-o. Observe o símbolo usado para representar este componente.

Para desligar a carga basta interromper a corrente que circula pela bobina do relé, abrindo para isso S1.

Uma das características do relé é que ele pode ser energizado com correntes muito pequenas em relação à corrente que o circuito controlado exige para funcionar. Isso significa a possibilidade de controlarmos circuitos de altas correntes como motores, lâmpadas e máquinas industriais, diretamente a partir de dispositivos eletrônicos fracos como transistores, circuitos integrados, fotoresistores etc.
A corrente fornecida diretamente por um transistor de pequena potência da ordem de 0,1A não conseguiria controlar uma máquina industrial, um motor ou uma lâmpada, mas pode ativar um relé e através dele controlar a carga de alta potência. (figura 4)

Outra característica importante dos relés é a segurança dada pelo isolamento do circuito de controle em relação ao circuito que está sendo controlado. Não existe contato elétrico entre o circuito da bobina e os circuitos dos contatos do relé, o que significa que não há passagem de qualquer corrente do circuito que ativa o relé para o circuito que ele controla.
Se o circuito controlado for de alta tensão, por exemplo, este isolamento pode ser importante em termos de segurança.




Tipos de sensores:
http://s2i.das.ufsc.br/seminarios/apresentacoes/tecnicas-sensoreamento.pdf

Funcionamento do Detector de Metais

Os detectores de metal usam uma dessas três tecnologias:
freqüência muito baixa (VLF)
oscilação de frequência de batimento (BFO) 
indução de pulso (PI)  (menos comum, não será descrita)

Tecnologia VLF

Freqüência muito baixa (VLF), também conhecida como balança de indução, é provavelmente a tecnologia de detector mais utilizada atualmente. Em um detector de metal VLF, existem duas bobinas distintas:
bobina de transmissão - é o arco da bobina externa, no qual há uma bobina de fio. A eletricidade é mandada por este fio, primeiro em um sentido e depois em outro, milhares de vezes por segundo. O número de vezes que o sentido da corrente muda a cada segundo estabelece a freqüência da unidade;
bobina receptora - este arco interno contém outra bobina de fio, que atua como uma antena para captar e amplificar freqüências vindas de objetos alvo no solo.


Foto cedida por Bounty Hunter
Este detector de metal LandRanger do Bounty Hunter usa a tecnologia VLF
O movimento da corrente pela bobina transmissora cria um campo eletromagnético, que é semelhante ao que acontece em um motor elétrico. A polaridade do campo magnético é perpendicular à bobina de fio, e cada vez que a corrente muda de sentido, a polaridade do campo magnético muda também. Isso significa que se a bobina de fio está paralela ao chão, o campo magnético está constantemente apontando para o chão e depois apontando para cima.
 
Como o campo magnético pulsa para cima e para baixo, com relação ao solo, ele interage com quaisquer objetos que encontra, fazendo-os gerar seus próprios campos magnéticos, só que mais fracos. A polaridade do campo magnético do objeto é contrária ao campo magnético da bobina transmissora. Se o campo da bobina transmissora estiver pulsando para baixo, o campo do objeto está pulsando para cima.
 
 A bobina receptora está completamente protegida do campo magnético gerado pela bobina transmissora. Contudo, não está protegida dos campos magnéticos vindo dos objetos no solo. Portanto, quando a bobina receptora passa sobre um objeto que emite um campo magnético, uma pequena corrente elétrica circula pela bobina. Esta corrente oscila na mesma freqüência que o campo magnético do objeto. A bobina amplifica a freqüência e a manda para a caixa de controle do detector de metal, onde os sensores analisam o sinal.

 

Tecnologia BFO

O caminho mais fácil para se detectar metal é usar uma tecnologia chamada oscilação da freqüência de batimento (BFO). Em um sistema BFO, existem duas bobinas de fio. Uma grande bobina está na parte da "cabeça" do detector e uma pequena bobina está localizada dentro da caixa de controle. Cada bobina está conectada a um oscilador gerando milhares de pulsos de corrente por segundo. A frequência destes pulsos é levemente desviada entre essas duas bobinas.
 
Quando os pulsos viajam pelas bobinas, elas geram ondas de rádio. Um pequeno receptor dentro da caixa de controle pega essas ondas e cria uma série de tons audíveis (batidas), baseado na diferença entre as freqüências.
 
Se a bobina da "cabeça" passa sobre um objeto de metal, o campo magnético gerado pela corrente que flui pela bobina cria um campo magnético ao redor do objeto. O campo magnético do objeto interfere com a freqüência das ondas geradas pela bobina da "cabeça". Enquanto a freqüência se desvia da freqüência da bobina na caixa de controle, as batidas audíveis mudam de duração e tom.
 
 Fonte: How Stuff Works  (http://ciencia.hsw.uol.com.br/detectores-de-metal3.htm)

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Detector de metais

Foram iniciadas as pesquisas sobre o detector de metais a ser utilizado. Dos diversos modelos disponíveis no mercado, o que se encaixa no orçamento é semelhante ao utilizados por seguranças de banco, os demais possuem preços que não seriam viáveis ao projeto. Resta ao grupo desenvolver um método de adapta-lo à esteira e fazer com que o detector não seja acionado pela estrutura metálica da esteira.

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Desenvolvimento da Esteira

Iniciaremos, no nosso próprio encontro, o desenvolvimento da esteira. Conseguimos, por meio da Reciclagem Passarela (www.reciclagempassarela.com.br) a estrutura de uma esteira de academia que foi cortada e soldada com o objetivo de reduzir o seu tamanho. Conseguimos também um motor, já com redutor de rpm, que tentaremos adaptar à esteira. Abaixo a estrutura da esteria e o motor que conseguimos:



quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Relatório da Semana 7/10/2010 a 13/10/2010

1. AÇÕES PREVISTAS PARA A SEMANA
Montagem do proejto da esteira.

2. AÇÕES REALIZADAS NA SEMANA
Pesquisa sobre o sensor e tentativa de obtenção do material da esteira.

3. PENDÊNCIAS PRINCIPAIS
Adquirir o material da esteira.

4. DIFICULDADES PRINCIPAIS
Houve uma dispersão do grupo devido ao feriado.

5. MATERIAIS TEÓRICOS A PROVIDENCIAR
Funcionamento da eletrônica do sensor (postar no blog).

6. MATERIAIS PRÁTICOS A PROVIDENCIAR
Aquisição do sensor de metais, motor, relés, roldanas, material para esteira.

7. CONTATOS A REALIZAR
Fornecedores, técnicos de eletromecânica.

8. IDEIAS A EXPLORAR
Funcionamento do sensor de metais.

9. ENCAMINHAMENTOS PARA A SEMANA SEGUINTE
Montagem do proejto da esteira.

10. ENCAMINHAMENTOS PARA AS SEMANAS POSTERIORES
Nenhum.

11. ANÁLISE DO CUMPRIMENTO DO CRONOGRAMA
Estamos atrasados e iremos trabalhar em busca da adequação ao cronograma.

12. AVALIAÇÃO DO ANDAMENTO DO PROJETO
Bom.

13. OBSERVAÇÕES E COMENTÁRIOS GERAIS
Nenhum.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Relatório semanal 29/09 a 06/10

1. AÇÕES PREVISTAS PARA A SEMANA
Conclusão e análise das pesquisas.

2. AÇÕES REALIZADAS NA SEMANA
Pesquisas concluídas, sendo analisadas na aula de hoje.

3. PENDÊNCIAS PRINCIPAIS
O contato com fornecedores dos materiais está pendente.

4. DIFICULDADES PRINCIPAIS
Projeto da esteira.

5. MATERIAIS TEÓRICOS A PROVIDENCIAR
Catálogos de fornecedores.

6. MATERIAIS PRÁTICOS A PROVIDENCIAR
Aquisição do sensor de metais, motor, relés, roldanas, material para esteira.

7. CONTATOS A REALIZAR
Fornecedores, técnicos de eletromecânica.

8. IDEIAS A EXPLORAR
Qual o material da esteira?
De que material sera o eixo da esteira e da alavanca?

9. ENCAMINHAMENTOS PARA A SEMANA SEGUINTE
Montagem do proejto da esteira.

10. ENCAMINHAMENTOS PARA AS SEMANAS POSTERIORES
Nenhum.

11. ANÁLISE DO CUMPRIMENTO DO CRONOGRAMA
Nosso trabalho está dentro do prazo estipulado.

12. AVALIAÇÃO DO ANDAMENTO DO PROJETO
Bom.

13. OBSERVAÇÕES E COMENTÁRIOS GERAIS
Nenhum.